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8 de maio de 2018

[Resenha] O Diário De Anne Frank Por Otto H. Frank e Mirjam Pressler

Quando inicie a releitura de uma das obras literárias mais conhecidas no mundo sabia que iria me emocionar novamente, ler os relatos de uma jovem que sofreu os  horrores de uma guerra que ficou conhecida pela morte de muitos inocentes despertou em mim um sentimento a muito tempo não vivido algo a se considerar diante de tudo que guerra tirou dessas pessoas. Um livro memorável e que decide reler depois de três anos pois senti que precisar me atentar a mais detalhes dessa estória.

Sinopse: O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seu diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto. Lançado em 1947, O diário de Anne Frank tornou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos. Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Agora, seis décadas após ter sido escrito, este relato finalmente é publicado na íntegra, com um caderno de fotos e o resgate de trechos que permaneciam inéditos. Uma nova edição que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade dessa menina que se transformou em um dos grandes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. E consagra O diário de Anne Frank como um dos livros de maior importância do século XX. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que atrocidades parecidas voltem a acontecer neste mundo.

O Diário De Anne Frank é um relato da própria Anne sobre tudo que ela e sua família passaram durante a guerra, e como o nazismo tirou tudo que essa jovem tinha e poderia ter um dia, seus pais e parentes são judeus o que os tornavam alvos principais durante a segunda guerra mundial, assim como diversas outras famílias eles lutaram por sobrevivência durantes aqueles tempos difíceis. Anne é conhecida por ter um personalidade forte como toda garota da sua idade sofria com as mudanças em sua vida quando tudo aconteceu, uma carta chegou até sua irmã e tudo se transformou da noite para dia quando se deram conta Anne e sua família estavam vivendo escondidos em um lugar pequeno dividido com outros judeus para se protegerem dos campos de concentração.



A partir desse momento a jovem relatou tudo em seu diário, todas a dificuldades encontradas por ela e pelas pessoas que amavam, as primeiras surgiram depois de algum tempo convivendo em um local fechado com outras pessoas, isso foi se tornando cada vez mais instável, todos com medo, com poucos recursos, fazendo o que podiam para se manterem firmes e vivos. A jovem Anne foi tão sincera em sua escrita sobre sua terrível experiência que a obra se tornou algo muito importante para história desse povo marcado pelo preconceito e descriminação doentia.



O livro é exatamente como o nome sugere um diário ou seja teremos uma estória vivida pela própria escritora, muitas pessoas falam sobre a verdade contada  nesse livro, alguns a destorceram conforme os anos o que se tornou uma grande polêmica ainda comentada nos dias de hoje, a leitura começa de uma forma bem simples e com a inocência de uma criança ainda, aos poucos as situações contadas se tornam seriamente preocupantes e tristes, ainda assim conseguimos perceber o quanto Anne é uma jovem sonhadora e cheia de esperança.



O local onde ficaram escondidos por um longo período foi apelidado de anexo, quando a guerra parece estar terminando o local foi descoberto, denunciados todos foram presos até o ano 1944, Anne Frank tinha apenas 15 anos quando foi enviado para Auschwitz um dos campos de concentração mais famosos, relatos de pessoas que viveram na época era de que quem iria para este campo não voltava vivo. Em Março de 1945 a jovem Anne faleceu. 



Otto Frank um dos responsáveis pela publicação da obra e pai de Anne foi o único da família que sobreviveu, a primeira edição publicada do diário de Anne foi em 1947, e somente 1950 na Alemanha. Otto faleceu em 1980 na suíça ele tinha 91 anos. O livro me emocionou muito de fato é uma leitura difícil de se realizar mais importante ao mesmo tempo, no inicio do livro é interessante saber como Anne se sentia, como ela vivia e toda a esperança nela acesa como uma chama.

Memórias Biografia| 352 Páginas Editora Record|Compare & Compre: SubmarinoSaraivaAmazon| Classificação: 5/5| Skoob



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